Cofre
API de custódia para fintechs reguladas. Co-build desde a spec; primeiro cliente pago em 4 meses.
Co-builders em early-stage. Entramos com produto, design e engenharia em troca de equity e revenue share — não como fornecedor, como co-fundador técnico. Sem cheque, sem batch, sem programa de aceleração. Decisão em três semanas.
Não somos VC. Não trocamos capital por equity — trocamos build por equity.
Não há demo day. Não há comitê. Decisão técnica, em três semanas.
Entramos como CTO-de-fato, não como fornecedor. Pull request, on-call, decisão.
Receita compartilhada. Se não der, não recebemos. Por isso escolhemos pouco.
◆ modelos · seção 02
Não temos modelo único. Construímos o deal em função do estágio, da tese de receita e da nossa convicção. Cada nó da treliça suporta carga diferente.
Cofundamos. Build do MVP, design, infra e ops por equity puro. Quando o produto não pode esperar receita para existir.
Equity menor + retainer mensal abaixo do market rate + share na receita. Combina alinhamento e fluxo de caixa.
Equity baixa, share alto na receita até cap. Ideal para produto que vai monetizar rápido — SaaS, marketplace.
Cash + nota conversível com desconto e cap. Para quando a captação está iminente e a estrutura precisa caber em SAFE.
◆ decisão · seção 03
O ciclo de venture é lento por padrão. Aqui não — porque a decisão não é financeira, é técnica. Você não está pedindo cheque, está pedindo build.
Conversa de 60min. Você conta a tese, o estágio, o que falta. Sem deck obrigatório.
Escrevemos um memo de 2 páginas: hipóteses, riscos, fit técnico. Devolvemos cru.
Mercado, fundador, stack proposta. Uma chamada técnica. Uma com referência.
Escolhemos 1 dos 4 modelos. Term sheet curto, sem advogado obrigatório.
Assinatura. Cláusulas-padrão Truss. Sem cláusula leonina, sem ROFR abusivo.
Squad-co-build alocada. Repositório, infra e ritual rodando antes do mês fechar.
Aplicação, entrevistas em rounds, batch, programa de 12 semanas, demo day, follow-up com investidores…
Pitch direto, memo escrito, diligência leve, term sheet curto e kickoff técnico. Sem comitê, sem demo day.
◆ fit · seção 04
Aceitamos 2 a 4 co-builds por ano. A barra é técnica e estrutural — não é maturidade de pitch. Listamos abaixo o que nos faz dizer sim e o que nos faz dizer não.
◇ se sua ideia cai em “não entra”, ainda assim conversamos · Truss Build pode ser o caminho
◆ economics · seção 05
Os quatro modelos lado a lado, com os parâmetros que costumam pesar mais quando o fundador decide. Faixas — o número final sai do memo, não da tabela.
◇ “build cost” = valor da squad equivalente em Truss Squads, calculado no kickoff e congelado em contrato.
◆ portfolio · seção 06
Dois co-builds ativos e uma vaga aberta. Quantidade é função da nossa capacidade — não de meta de captação.
API de custódia para fintechs reguladas. Co-build desde a spec; primeiro cliente pago em 4 meses.
Plataforma de orquestração para indústria de pequeno porte. MVP do zero, 11 semanas até primeiro cliente.
Avaliando teses em logística B2B, ferramentas para devs e camadas de AI para SMB. Pitch em aberto.
◆ perguntas · seção 07
Nem um nem outro no sentido estrito. Não temos fundo nem cheque para emitir. Funcionamos como co-fundador técnico: entramos com build em troca de equity e/ou revenue share. Quando o caso pede capital, indicamos investidores — mas a Truss não escreve o cheque.
Entre 3% e 18% dependendo do modelo. A faixa é função do custo total do build, do estágio da empresa, do prazo até receita e do risco técnico. Sai do memo de diligência — não da tabela de preço.
Tudo. Co-build não é desconto disfarçado. Entramos com on-call, decisão técnica e responsabilidade de roadmap. Em troca, esperamos transparência total: caixa, contratos, board updates, decisões de hire — o que um cofundador veria, vemos.
Equity vai a zero. Revenue share igualmente. É o jogo de venture: ganhamos quando vocês ganham. A diferença é que a gente perde tempo, não dinheiro alheio — então selecionamos bem antes de assinar.
A equity Truss vesteada participa do cap table como qualquer outra. Não exigimos preferência, não vetamos venda. Cláusulas padrão de tag-along e drag-along, sem ROFR abusivo.
Com a empresa, sempre. Repositório no GitHub do cliente, licença do cliente, deploy na infra do cliente. Não retemos IP. O que a Truss leva é equity / revenue share — não código.
Aí o ajuste é diferente. Geralmente faz mais sentido contratar Truss Squads para complementar. Studio existe quando o build técnico ainda não está montado — não para sobrepor um time existente.
◆ próximo passo
Pitch curto: tese, estágio, o que falta para virar produto. Em 72h úteis devolvemos um memo escrito — sim, não, ou “ainda cedo”.